Juliana Lama é uma artista brasiliense que se dedica à pintura, a processos alternativos na fotografia e ao trabalho na rua, com pinturas murais ou aplicações de lambe-lambe. Pesquisa narrativas de cosmopercepção cabocla amazônida a partir de vivências familiares, suas correspondências com o ambiente do sonho e a intimidade da relação com os bichos e entes. É discente da pós-graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia, fazendo mestrado em processos de criação artística na Escola de Belas Artes. Em 2025, participou da exposição coletiva “Brincar Entre Atlânticos” no Parque Agouza e no Centro Cultural Bayt al-Sinnari, no Cairo, Egito. Antes participou das exposições coletivas: “Raízes: começo, meio, começo” no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab) com a obra “Igaçaba”, em Salvador; “Levantes Amazônicos” no Museu de Arte de Belém (MABE) e Sesc Ver-o-peso com a obra “Do lado de cá da lente dos outros”; Casa de Mulheres no Museu de Arte Moderna de Salvador (MAM) com a obra “Igaçaba”. Foi premiada pelos festivais SSA Mapping e Amazônia Mapping em 2024. Recebeu o prêmio de arte contemporânea Transborda Brasília em 2018 e tem dois livros publicados: “Historietas de bicicleta” (2014) – histórias em quadrinho sobre gênero e mobilidade urbana; “Enquanto houver muros” (2018) – compilado de cartazes criados para intervenções nas ruas com histórias curtas e poéticas da perspectiva de gênero.
Em 2025, Juliana participou da 6ª edição do festival Vulica Brasil em Brasília com a criação do mural “Sono Sonho Som” na Galeria Nova Ouvidor (Beco do Rato) na Quadra 5 do Setor Comercial Sul, retratando símbolos culturais do Norte do Brasil.